"É Sobre a Cultura."

7 NOV 24'

A pressão para agradar a métricas vazias pode fazer com que muitos percam o foco daquilo que realmente importa. A busca incessante por tendências, pelo conteúdo viral, pelo que vende, pode facilmente diluir a essência da arte. O problema não está na comercialização, mas sim no esquecimento da razão pela qual se cria: a expressão autêntica de ideias, histórias e emoções que dessa forma acrescentam valor ao outro.

Eu crio porque preciso, porque a cultura exige, porque a história precisa de ser contada.


Para quem cria, a frase "É Sobre a Cultura." trata-se do lembrete de que o foco de um verdadeiro artista não reside no lucro ou seguidores, mas sim no compromisso de criar em prol de algo maior que o próprio e na maneira como as criações ressoam com quem está do outro lado.


Para quem consome, a frase “É Sobre a Cultura.” trata-se do lembrete para que não nos larguem a mão.

"Quando Nos Matam os Sonhos."

7 NOV 24'

Durante o sono há menos repressão automática da matéria psíquica que é reprimida no dia-a-dia, aí esses pensamentos voltam para serem vividos de formas tão intensas que levam a pessoa a acordar repetidamente. Os sonhos latentes inconscientes passam por uma espécie de censor que os suaviza, no entanto, quanto mais fraco é o censor, maior se vai tornando a tolerância. O indivíduo não interrompe esses sonhos e ao acordar esboça o que se manifesta durante o pesadelo.

"O Dinheiro Matou a Arte."

27 FEV 23'

A afirmação "O Dinheiro Matou a Arte." é um reflexo da ideia de que a comercialização da arte levou a uma perda de autenticidade e criatividade. A ênfase no lucro e no sucesso comercial muitas das vezes leva à priorização da comercialização sobre o mérito artístico, resultando numa homogeneização das formas de arte.

A crescente ênfase no lucro também levou à marginalização de muitas formas de arte não tão comerciais, que muitas das vezes são ignoradas pelo mainstream. Ou usadas pelo mesmo como que se de um isco para atrair público se tratassem e, assim que surge a oportunidade de descarte, é exatamente isso que acontece.


Quando um artista, mesmo que de forma inconsciente, começa a dar prioridade ao dinheiro e fama na vez das suas verdadeiras paixões e visão artística, ele corre o risco constante de perder de vista o verdadeiro propósito inicial que o fez envergar pela área artística em questão. À medida que ganha mais visibilidade, e, consequentemente, um poder superficial, ele pode vir a desconectar-se das suas próprias comunidades e experiências que inspiraram todo o seu trabalho, levando-o a um declínio na autenticidade e profundidade da sua arte. Desta forma, a busca pelo dinheiro, associada à pressão pelo sucesso comercial, pode de facto matar a arte, substituindo a paixão e a inspiração pela ganância e conformidade. No geral, a expressão sugere que a arte foi explorada pelo dinheiro e que a caça pelo mesmo ocorre às custas da integridade e respeito.


Embora alguns artistas possam sucumbir ao fascínio do dinheiro e da fama, a verdadeira arte viverá sempre no coração daqueles que usam um determinado meio artístico como expressão, daqueles que a apreciam e valorizam. Nós carregamos a tocha. A arte tem o poder de inspirar e criar mudanças, e o seu impacto, esse nunca poderá ser medido em termos monetários.

"Used to Dream"

13 OUT 22'

É nos instantes anteriores ao sono profundo que a mente de uma criança devoradora de histórias vagueia e os monstros aparecem. Já crescida, o ponto de partida passa a ser a vida real.


Uma abordagem visual da necessidade de desenhar o que dos sonhos se lembra.


Dá-se a mistura de realidades distópicas e influências do dia-a-dia que culminam na colaboração do usuário com a atitude para a finalização da obra, consequente da multifuncionalidade e conhecimento tecnológico ligado ao cyberpunk.

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"Entropia"

11 JUL 21'

Do caos ao cosmos.


Entropia surge aqui como método de medição no espetro da multifuncionalidade, que permite o ajuste à estação e ao usuário.


Em “Pale Blue Dot” (1994), Carl Sagan refere podermos usar ideias e inovação para nos destruirmos ou assegurar a sobrevivência do ser humano. Coloca em perspetiva o quão pequeno, mas não insignificante, este planeta se compara ao universo. Assim como cada organismo é necessário para a organização da estrutura que é o cosmos, cada detalhe faz a diferença.


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